Bronze na Fotolia! (Ranking de Royalties e Comissões)

imagesApesar de ter sido uma das primeiras agências com as quais comecei a trabalhar em Outubro de 2010, apenas em Janeiro de 2012 as vendas passaram a ser mais regulares. Longe das vendas na Shutterstock , mas com um regularidade “semanal” aceitável que me faz acreditar em melhores resultados até ao final de 2012. Considero aceitável, pois grande parte dos downloads são a crédito ( e não de subscrição ) o que me permitiu atingir o nível “Bronze” em pouco mais de 3 meses, algo que parecia impossível em 2011.

Para que ainda não sabe, algumas agências ( ok, talvez todas as agências ), baseadas em alguns critérios ( n.º de downloads , valor das vendas, … ) pagam a comissão baseados em rankings, para exclusivos e não-exclusivos, o que permite de certa forma obter mais retorno para os contribuidores que vendem mais.

No caso especifico da Fotolia, esse ranking é baseado no número de downloads, o que até pode parecer fácil, não fosse o facto de cada download por subscrição contar apenas como 1/4 de download. Ou seja, são precisos 4 downloads por subscrição para que seja contabilizado 1 download para efeitos de ranking.

Assim, e como trabalho como fotógrafo “não exclusivo”, a tabela seguinte mostra os diferentes níveis para  “não-exclusivos”:

tabela comissoes

Os “incrementos” podem parecer pouco, mas estamos a falar de vendas feitas por “cêntimos” e nesse caso, “todo o cêntimo” faz a sua diferença.

Após a polémica sobre os rankings e motor de pesquisa na Fotolia, que “prejudicou” os melhores vendedores ( dizem eles, os melhores ) , parece-me que na generalidade ( e não exclusivamente referente à Fotolia ), que a tendência é equilibrar as vendas para todos,  desde o novato ao best seller , em que, por certos períodos pode pender mais para um lado que o outro. Concordo que uma agência sai beneficiada a vender conteúdo de rankings mais baixos, mas se estas estiverem sempre a proporcionar todos os meios apenas e exclusivamente para os melhores vendedores , que oportunidade terão os novos contribuidores? 

Mas isto são “guerras” que não quero fazer parte. Olho a cada agência em função dos meus resultados, e tendo em conta aquilo que gosto de fotografar e possa ser vendável. No dia em que achar que “não justifica”, é sinal que devo apostar na venda direta, mas até lá que não me doa a cabeça. Assim sendo, estou a gostar dos resultados de 2012 na Fotolia., e apesar da queda inesperada de 16% na globalidade das vendas mensais ( mesmo assim +65% que no mesmo mês do ano passado ) , a Fotolia foi a 2ª melhor, mesmo com uma quebra de 4%.

De qualquer forma, e tendo em conta que tenho 0 imagens de “Estilo de Vida”, “Pessoas” e  “Negócios” na Fotolia,  parece-me ser sustentável a situação atual. Melhores resultados é apostar nas categorias que mencionei da frase anterior, ou finalmente descobrir algum “nicho” que ainda não tenha sido explorado… Se é que existe tal nicho.

Gostava que a Fotolia equacionasse  a licença Editorial, pois seria interessante ver os números resultantes desse tipo de licença.

Em resumo, se em 2011 não recomendaria a Fotolia, em 2012 o caso muda de figura, pois apesar das comissões baixas nos primeiros níveis, tem mostrado o seu potencial para quem se inicia na indústria de Micro Stock.

Algumas da Imagens do meu portfólio que têm vendido bem ( ou que pelo menos têm +10% no rácio “Views vs Downloads”

Restante Portfolio na FOTOLIA

Paulo M. F. Pires

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Alteração na Estrutura de Comissões da 123RF

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Muito se especulou em alguns fóruns sobre esta alteração, e finalmente é “oficial”: a 123RF tem uma nova estrutura de comissões. Antes de alteração, a comissão era de 50% sobre as vendas a crédito, e 0,36$ por cada download de subscrição.

Inicialmente, e mesmo antes de anunciar a nova estrutura, estava previsto que, apenas os contribuintes com os critérios abaixo, seria pagos pela nova tabela:

– Menos de 150 Imagens online

– Menos de 10 downloads a crédito.

– Registo depois de Janeiro de 2012.

Qual foi a surpresa quando a 123RF anuncia que TODOS os colaboradores serão pagos pela nova estrutura, a partir de Janeiro de 2013! A tabela abaixo mostra os níveis e respectivas percentagens:

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As regras são simples: a partir de janeiro de 2013, e em cada mês posterior é feito um somatório dos créditos obtidos nos últimos 12 meses. Consoante o número de downloads apurado em determinado mês, será determinada a percentagem paga no mês seguinte…

Até aqui tudo bem, e até para alguém como eu que está se está iniciar neste tipo de “negócio”, mesmo que tenha um período de 12 meses com poucas vendas, 30% não é das percentagens mais baixas pagas na indústria, agora o grande problema é o facto da 123RF descontar as promoções que oferece aos cliente na comissão do colaborador! Há dias estava a fazer meia dúzia de análises e qual o meu espanto quando descobri que, sobre todas as vendas que fiz na 123RF tive uma variação da comissão de 25%~50%… ou seja, raramente eu ( e outros ) somos pagos a 50% por causa desta política de descontos ( A Fotolia por exemplo paga a comissão sempre na totalidade… ) .

Assim, quem ficar nos níveis mais baixos, está sujeito a ter uma das comissões mais baixas do micro stock!

Para piorar a situação, os tempos de “revisão” de imagens quadruplicaram, e as vendas não têm sido as melhores… ou seja, situações que só pioram o cenário para 2013.

Pessoalmente, prevejo “ficar” nos 35% em 2012, mas se o numero de downloads com desconto for tão grande como em 2011, terei que equacionar a permanência nesta agência., ainda mais com os resultados crescentes e estáveis da ShutterStock e da Fotolia.

Paulo M. F. Pires