Canon Eos 1200D ( T5 )

9712605272Canon lança a máquina de entrada de gama, EOS 1200D ( Rebelç T5 ), e depois de ver as especificações bem posso  dizer que é mais do mesmo. Cada vez mais parece que a Canon usa os modelos de entrada para "escoar" as peças de stock. Digic 4 com 18 mpx…  e apesar dos 1080p em video, a “impossibilidade” de ligar um microfone externo gora as expectativas dos amantes de video. Mas nem tudo são más noticias, pois isso também significa que estão para lançar algo novo… vamos esperar.

Fonte:

Dpreview

Novas Lentes Tamron.

A TAMRON anuncia duas novas objectivas “all-around” (para quem não quer de andar sempre a “trocar de objectivas):

– 16-300mm Dii VC PZD para câmaras de sensor DX (APS-C) e
– 28-300mm Di VC PZD para câmaras com sensor FX (Ful frame)

Imagem

Segundo informação da marca, estarão brevemente disponíveis nas lojas para venda. Estou curioso para ver a performance das mesmas, mas tratando-se de lentes com muito “zoom”, o desemepnho deverá ser mediano.

Fonte : Robisa 

“Razões Pelas Quais Os Fotógrafos Profissionais Não Podem Trabalhar Gratuitamente”

Partilho com vocês este texto, que já conhecia, que explica o porquê de um fotógrafo não poder trabalhar “gratuitamente” ( fonte no fim do texto ):

Razões Pelas Quais Os Fotógrafos Profissionais Não Podem Trabalhar Gratuitamente

Caro potencial cliente,

Se foi direccionado para esta página, é provável que tenha solicitado o uso de imagens ou serviços fotográficos a troco de pouca ou nenhuma compensação monetária.

Enquanto fotógrafos profissionais recebemos regularmente pedidos de imagens gratuitas. Num mundo perfeito cada um de nós gostaria de ser capaz de responder de forma positiva e ajudar, principalmente quando se tratam de projectos ou acções de áreas relacionadas com a educação, causas sociais, ou a preservação de recursos naturais. É justo dizer que, em muitos casos, gostaríamos de ter tempo e recursos para ajudar em vez de apenas enviar fotografias.

Infelizmente, devido a aspectos práticos da vida profissional, somos incapazes de responder. Muitas vezes, a resposta poderá ser breve e não transmitir as razões subjacentes que nos motiva a rejeitar determinadas propostas.

As circunstâncias variam de situação para situação mas, no entanto, apercebemo-nos de uma série de temas recorrentes que iremos descrever mais à frente. Iremos explicar clara e objectivamente, esperando desta maneira evitar mal-entendidos ou fazer com que, involuntariamente, pareça má vontade da nossa parte.

Convidamo-lo a interpretar a nossa postura de forma construtiva. Esperamos que, após esta leitura, tenhamos oportunidade de falar novamente e de estabelecer uma relação profissional reciprocamente frutífera.

A fotografia é a nossa vida e o nosso ganha-pão
A criação de imagens é o nosso meio de subsistência. Não nos conseguimos sustentar facultando as nossas imagens gratuitamente, nem despendendo demasiado tempo a responder a pedidos de imagens gratuitas.

Apoiamos causas nobres com imagens
Muitos de nós contribuimos com fotografias para apoiar certas causas. Em muitos casos, participamos em projectos com o apoio de imagens. Isto poderá também acontecer quando existe uma ligação intrínseca com algumas das pessoas envolvidas com causas em questão. Resumidamente, cada um de nós poderá fornecer imagens sem compensação de uma forma muito selectiva e restrita.

Temos limitações de tempo
É impraticável fazer esta ginástica entre dar apoio com imagens gratuitas a causas, a responder construtivamente a todos os pedidos de fotografias gratuitas; pouco tempo nos sobraria para fazer eficientemente o trabalho efectivamente remunerado. A quantidade substancial de tempo necessário para responder aos pedidos, esperar pela resposta, preparar e enviar ficheiros, inquirir o cliente para saber para que é que as imagens foram utilizadas e quais os objectivos e, se os houver, se foram alcançados. Perdemos muito tempo a responder a solicitações e, será escusado dizer que, o tempo é sempre escasso.

Argumentos do género “não temos dinheiro” são facilmente desmascarados
O motivo primordial em quase todos os pedidos de fotografias gratuitas é restrição a orçamental, o que significa que o cliente argumenta falta de fundos.

Tais pedidos provêem frequentemente de organizações com capacidade financeira, quer se tratem de empresas públicas, agências governamentais ou até mesmo organizações não governamentais. Muitas vezes basta pesquisar um pouco, ver uma apresentação pública, ler um documento de divulgação ou algo semelhante para perceber que a entidade em causa tem acesso a financiamento significativo. Certamente mais do que suficiente para pagar razoavelmente aos fotógrafos.

Para piorar a situação é evidente que, muitas vezes, de todas as partes envolvidas quer em projectos ou causas, os fotógrafos são dos poucos profissionais a quem é solicitado trabalho gratuito. Por norma todos os outros são remunerados.

Tendo em consideração tudo o que foi referido, talvez possa entender o motivo pelo qual nos sentimos frequentemente menosprezados quando nos dizem “Não temos dinheiro”. Tais alegações podem ser interpretadas como uma manobra oportunista com o intuito de tirar proveito de indivíduos ingénuos.

Temos restrições de orçamento
A fotografia não é uma profissão altamente compensatória ao nível monetário, salvo algumas excepções. Escolhemos esta profissão em grande parte devido à paixão que temos pela fotografia, pelas artes visuais e tantas outras áreas em que nos especializámos.

O aumento exponencial de fotografias disponíveis através da Internet, juntamente com orçamentos reduzidos dos clientes, significa que os nossos magros rendimentos estão sujeitos a obstáculos adicionais.

Além disso, ser um fotógrafo profissional envolve um grande investimento monetário.

A nossa profissão é um investimento constante devido ao equipamento. Precisamos investir regularmente em máquinas fotográficas, objectivas, computadores, software, dispositivos de armazenamento, equipamento de estúdio, etc. O equipamento parte e avaria e obrigatoriamente precisa ser reparado ou substituido. Todo equipamento precisa de manutenção regular. Precisamos de cópias de todos os nossos ficheiros; uma chávena de café mal pousada pode literalmente apagar anos de trabalho. Para todos nós, o investimento em hardware e software é essencial e implica um investimento de milhares de euros por ano, pois é profissionalmente imperativo estar a par de novas técnicas e tecnologias.

Além disso, viajamos constantemente. Quer seja para o estrangeiro ou dentro do país. Faz parte do nosso trabalho ir ter com o cliente. Gastamos muito dinheiro em transportes, alojamento e outras despesas relacionadas com deslocações.

E, claro, talvez o mais importante: há um peso substancial associado à experiência e ao tempo que temos investido para nos tornarmos eficientes no que fazemos. Tirar uma fotografia pode apenas envolver o aperto de um botão com a ponta de um dedo e do obturador da máquina. No entanto, a criação de imagens requer criatividade, habilidade, experiência e ponderação.

Resumindo, nós compreendemos que pode haver restrições orçamentais da parte do cliente, simplesmente não nos podemos dar ao luxo de subsidiar tudo o que nos solicitam.

Fornecer “crédito” ou “exposição” não tem grande significado
Grande parte dos pedidos de imagens gratuitas ou com restrições orçamentais, a premissa é, muitas vezes, em vez de remuneração, a promessa de fornecer “crédito” e “exposição” ao fotógrafo numa marca de água, link, ou menção específica, como uma forma de compensação.

Esta situação desencadeia dois graves problemas.

Primeiro, obtenção de “crédito” ou “exposição” não é compensação. Nós criamos as imagens em causa, o que faz com que o crédito seja automático. Não é algo cedido gentilmente por terceiros, é um dado adquirido.

Segundo, o “crédito” e a “exposição” não pagam contas. Como já foi explicado anteriormente, trabalhamos muito para auferir o montante necessário para investir em equipamento fotográfico e para cobrir as despesas relacionadas com o negócio. E sobretudo, precisamos de ganhar o suficiente para pagar necessidades básicas como alimentação, habitação, transporte, etc.

Em suma, receber “crédito” ou “exposição” para uma imagem que criamos é um dado adquirido em todos os trabalhos. Não é, de todo, um substituto para o pagamento.

“Você é o único fotógrafo que não está a ser razoável”
Quando temos tempo para trocar correspondência com pessoas ou entidades que solicitam imagens gratuitas, o diálogo por vezes, degenera-se facilmente em acusações agitadas por parte do potencial cliente. Na sua maioria relatos de que todos os outros fotógrafos com quem a pessoa ou entidade entrou em contacto estão mais que satisfeitos em fornecer as suas fotografias gratuitamente, e que de alguma forma, somos “o único fotógrafo a não ser razoável”.

Sabemos que isto não é verdade.

Sabemos também que nenhum fotógrafo profissional e competente concordaria em trabalhar nestas condições. É verdade que alguns fotógrafos inexperientes ou pessoas que por acaso possuem máquinas fotográficas, podem de facto concordar em trabalhar gratuitamente mas, como diz o ditado popular, “O barato sai caro”.

Por favor, queremos seguimento
Algo que acontece recorrentemente é que, quando eventualmente fornecemos fotografias gratuitamente, muitas dessas vezes não recebemos nenhuma actualização, ou qualquer outra forma de seguimento dando-nos a conhecer como o evento ou projecto decorreu, ou se os objectivos foram alcançados e se as nossas fotografias representaram uma mais-valia.

Muitas vezes, nem sequer obtemos resposta a e-mails que enviamos para saber o seguimento das fotografias facultadas, até à próxima vez que desejam novamente fotografias gratuitas. Nestes casos, por favor tenha a cortesia de nos informar como o projecto decorreu. Um pouco consideração poderá contribuir para uma futura colaboração.

Conclusão
Esperamos que os pontos acima tenham sido elucidativos e que compreenda o motivo pelo qual o fotógrafo em questão o redireccionou para esta página. Todos nós somos profissionais dedicados e deixar-nos-ia satisfeitos se tivermos a oportunidade de estabelecer um relacionamento de trabalho mutuamente benéfico.

Creative Commons License

 

Fonte: Professional Photographers @ WordPress 

Redes Sociais e outros…

Finalmente arranjei um pouco de tempo para “arrumar” as redes sociais e galerias públicas onde participo. Mais importante que um site próprio ( planeado para este ano ), é estar presente nas diversas redes sociais e galerias públicas, de forma a divulgar o nosso trabalho ( fotografia no meu caso ).

Ao mesmo tempo, e com as ferramentas existentes, é preciso ter um certo cuidado na gestão da partilha dos nossos trabalhos. Digo isto, não pela possibilidade de utilizarem indevidamente os nossos trabalhos, mas pela interação entre os diversos sites poder causar uma certa dificuldade na leitura por parte dos nossos seguidores. Por exemplo, ao publicar uma fotografia no Google+ esta pode ser publicada no Twiiter, e mais tarde, se não houver o devido cuidado, estarmos a publicar novamente no Twitter o mesmo conteúdo a partir de outra rede social/galeria pública.

Assim, chamo a particular atenção para as permissões que damos em cada site, para não nos repetirmos em cada publicação que fazemos. Também é importante entender cada rede social para percebermos se dada publicação terá o feedback necessário que pretendemos. Por exemplo, uma fotografia para apreciação terá mais sucesso numa galeria pública de imagens, do que partilhada num “tweet”. 

Da mesma forma devemos ser o mais contidos possível nas publicações para não “cansar” o público alvo. Mais vale qualidade do que quantidade. O ser contido não significa passar tempos infinitos sem publicar nada. Há que procurar um meio termo entre a qualidade e a quantidade. É importante estarmos presentes com regularidade nas redes sociais, mas sem “exageros”.

Ainda sobre a quantidade, devemos separar o “pessoal” do “profissional”. Se pretendemos, por exemplo, ter uma página de Facebook para divulgação dos nossos trabalhos não devemos usar a mesma para pedidos de jogos… sim já vi isso a acontecer! O conteúdo que partilhamos deve ser organizado e simplificado, de forma ao público alvo obter uma ideia clara do que pretendemos.

Por fim, garantir a visibilidade da nossa presença em cada rede social nos mais diversos sites onde marcamos presença ( site pessoal, blogs, fóruns, etc… ) . Não esquecer as “regras” especificas de cada um, e ao mesmo tempo chegar a um público alvo maior.

Paulo M. F. Pires