Fotografia

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Tear Sheets III– Livro “Start with Mechanics”

É sempre com muito agrado que,  vemos os nossos trabalhos publicados das mais variada formas ( sites, livros, etc ). Não falo exclusivamente pelo dinheiro recebido ( que em alguns casos mal pode dar para pagar o café… mas este tipo de negócio é assim mesmo), mas pelo facto de o nosso trabalho se destacar no meio de milhares de imagens “parecidas”. E isto no mesmo banco de imagens!

Agora, em relação a esta imagem, resolvi dedicar uma especial atenção, porque o cliente “agradeceu”, indicado de forma clara onde a utilizou. Um pequeno aparte… ao vendermos imagens nos bancos de imagens, no formato RF ( Royaltie Free ) nunca temos a informação de quem comprou, e/onde está a ser utilizada. Só á medida que as imagens começam a ter um numero aceitável de vendas é que, podemos “detectar” uma utilização por outra ( infelizmente raramente são indicados os créditos juntos das imagens ).

Sobre a imagem, foi tirada no Rally Sprint Foz do Arelho em 2012, em colaboração com a ABTFOTO. No parque fechado estava um belo clássico, e foi talvez a primeira fotografia que fiz deste género, que tanto tem de “bela”, como de “comercial”. Reportagem ABTFOTO aqui.

Em relação à sua utilização, foi na página 30 do livro “Start with Mechanics”, por “Joe Jacobs”:

http://www.start-with-mechanics.com/

E-Book

http://www.start-with-mechanics.com/Start_With_Mechanics_setup.exe

Paulo M. F. Pires

Rally de Inverno 2013… Mais uma vez!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novamente no mesmo local, a colaborar com a ABTFOTO, onde as grandes diferenças foram:

-  Registei a 1ª passagem na Rampa de Figueiró dos Vinhos ( invés da 2ª )

- Canon 7D vs 450D.

-  Resolvi dar uma oportunidade à Sigma 120-400…  

Em relação ao primeiro ponto, e dado que se trata de uma “prova de regularidade”, os pilotos arriscam mais, em busca do melhor tempo, enquanto que na 2ª passagem estão limitados pelos tempos feita aquando da 1ª passagem. Isso por si só proporciona um melhor espetáculo e uma maior probabilidade de “melhores” registos. Outro beneficio é a hora a que passam os concorrentes. O ano passado fiquei na 2ª passagem e quando dei por ela era noite, e, além do frio de morrer, os registos foram no mínimo miseráveis. Aliás ainda falta encontrar a fórmula ideal para fotografar à noite, algo em que já ando a trabalhar.

Em relação à Canon 7D, portou-se lindamente, ainda mais com a crescente experiência que vou tendo com a mesma. Outro fator importante é estar a utilizar a sensibilidade AI SERVO de forma correta! Digo-o porque nas primeiras provas usava uma configuração mais lenta e focava antes de tempo e depois ficava admirado porque tinha o fundo focado e não o carro…  Ainda no capitulo da 7D… o Auto-ISO. E aqui faço um pequeno aparte: Quando comecei a usar DSLR’s era fanático dos modos manuais em tudo… queria ter controle de tudo e mais alguma coisa, e achava que em todo o tipo de fotografia teria tempo para controlar todas as variáveis. Não podia estar mais errado! À medida que vou registando eventos de desportos motorizados, mais sou apologista que um automatismo por outro, se existe.. deve ser usado! Em condições de luz variável, o auto-ISO liberta-me o trabalho de estar abaixo do valores ideais de exposição.

Em relação à Sigma, com monopé ( os seus quase 2 kg cansam qualquer um ), portou-se lindamente no capitulo da focagem ( poucas vezes falhou a focagem ), e apenas tenho apontar a suavidade “excessiva” na abertura máxima ( f/5.6 ), a 400mm e a partir dos 30~40 metros. Vai dando para o trabalho, mas cada vez mais equaciono uma 70-200 2.8 para este tipo de fotografia, e um TC 2x para “substituir” a sigma nestas focais. Mas enquanto tal não acontece, a sigma vai dando conta do recado.

Agora a decepção do foi mesmo com a Sandisk. Faltava pouco menos que 10 concorrentes e até foi a minha filha que me chamou a atenção que a luz de leitura/escrita da 7D não parava…. Mesmo depois da prova tive que deixar a maquina ligada uns minutos até que parou. Já no PC, ia tendo um ataque quando o cartão, apesar de listar o conteúdo, não copiava. Não sei, mas lá à terceira tentativa copiei todo o conteúdo ( o que foi deveras stressante pois tinha timings a cumprir, e acabei por formatar o cartão. O cartão é rápido na maquina, mas já é a segunda vez que lhe dá um ataque de lentidão na leitura. Começo a perder a confiança na Sandisk…

Reportagem Completa na ABTFOTO

Paulo M. F. Pires

AllYouCanStock – O Fim ( anunciado? )

É verdade… pouco que mais de um ano depois de ter escrito aqui, sobre a AYCS, e não nego que tinha algumas esperanças no desenvolvimento da mesma, ainda mais com as novas funções ( ver aqui ) , eu e outros colaboradores somos surpreendidos com a seguinte mensagem na página da AYCS, a mesma que foi enviada por email:

"Dear Member,
It is with regret that we have to announce the closing of allyoucanstock.com due to insufficient sales numbers. Thank you for your continues trust and support!
Should you have any questions please contact us:
within 30 calendar days: contact@allyoucanstock.com
beyond 30 calendar days: allyoucanstock@gmail.com
The toll free number will be deactivated immediately.
Thank you,
All You Can Stock team"

Admito que fui um dos que "suspeitei" das vendas iniciais, onde afirmei que parecia que o dono da agência comprava as nossas fotografias de forma a convencer-nos a colocar todo o nosso portfólio na AYCS, mas após alguns anos de bancos de imagens, culpo os fotógrafos pelo desaparecimento destas novas agências. Porquê? Muito simples…. diariamente, em alguns fóruns dedicados aos bancos de imagens, é queixa atrás de queixa sobre a queda dos valores de comissões nas agências mais conhecidas… mas quando aparece uma nova agência com comissões estrondosas torcem todos o nariz, e mantêm-se fieis às agências que tanto criticam. É no minimo estranho… aos poucos começo  a perceber que existe muita especulação por parte dos melhores vendedores para "enganar" quem se inicia no mercado. Por essa razão vou, e recomendo o mesmo a quem está uns níveis abaixo dos "grandes", a apostar nas agências mais conhecidas e dedicar o tempo a produzir conteúdos "novos" e/ou explorar nichos de mercado.

E a AYCS não será caso único. Aposto que em 2013, agências como, por exemplo, a Cutcaster terão o mesmo fim. Parte do sucesso de uma agência depende da potencialidade do conteúdo atrair clientes e fideliza-los.

Paulo M. F. Pires